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Aqui você encontrará artigos esclarecedores que podem ajudá-lo a despertar para o autoconhecimento.

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O Empoderamento do Feminino

Vamos refletir hoje, sobre a importância do empoderamento do feminino. Vale eleger esse tema, uma vez que se trata de um grande Poder.  Não me refiro apenas ao poder dos belos traços que desenham os corpos das mulheres, mas também à importância dos atributos femininos e masculinos que compõem o ser humano.

Vejam que não poderei falar apenas do feminino sem recair no mesmo erro das concepções extremistas.

Vamos entender por quê.

A psique humana é mais complexa do que insistimos em ver por meio das lentes dos nossos preconceitos sociais e crenças limitantes.

O Criador da Vida se apresenta ao mundo sob duas manifestações esculpidas em carne e osso, às quais conhecemos como “corpo feminino” e “corpo masculino”. São duas formas diversas, contendo, em verdade, a mesma essência.

Uma pessoa se atrai pelo corpo da outra, ignorando estar também atraída pelo próprio mistério de sua alma presente no lado oculto do outro. Refiro-me aos atributos femininos e masculinos existentes em ambos.  São os aspectos psicológicos relativos à natureza da alma de cada um que, normalmente, estão inconscientes.

Ao se tornarem conscientes desses atributos, tanto o ser masculino  quanto o feminino, tomam posse da inteireza de seu próprio ser, individuando-se, conforme definição de  Carl Jung.

Um homem que integra seus aspectos femininos à sua natureza masculina se verá potencializado e capaz de sensibilidade, sentimentos e cuidados, fraternidade, visão de conjunto e espiritualidade. Também é verdadeiro que uma mulher que já assimilou os elementos que nossa cultura identifica como masculinos se capacita a equilibrar sua sensibilidade. Possuirá maior capacidade de utilizar a razão e a lógica, adquirindo visão prática, dentro do seu jeito feminino de atuar no mundo.

Ou seja, “a grosso modo”, teremos uma “doçura prática” diante de uma “firmeza doce”, só para dar uma ideia totalmente reduzida, pois poderíamos falar por horas dos efeitos transformativos que essa integração causaria a ambos. Vamos resumir mais, dizendo que os dois hemisférios cerebrais, esquerdo e direito, entrariam em pleno funcionamento e interação simultânea.

Isso significaria que, nesses casos, em qualquer tipo de interação entre seres humanos, estaria ocorrendo a união de “dois inteiros” e ninguém herdaria a impossível tarefa de “completar o outro”. Tais associações afetivas ou de qualquer natureza aconteceriam de uma maneira mais madura e cada um poderia ser a si mesmo, sem ameaçar.  

Um homem que se casa assumido os seus aspectos femininos será mais adequado à sua mulher; e vice versa. A competição possível nessa relação naturalmente dará lugar à cooperação.

Vejam que não é possível falar em equilíbrio das relações humanas de qualquer ordem, sejam quais forem suas combinações e finalidades, sem considerar essa necessária elaboração do psiquismo humano.

Se uma mulher que só reconheça seu feminino unir-se a um homem que apenas atue por seus aspectos masculinos, ocorrerá a reprodução da velha equação “Ela versus Ele = competição”.

Para qualquer outra combinação de relacionamento, mesmo entre iguais de qualquer gênero, aplicando-se a mesma equação, obteremos sempre o mesmo resultado. Transpondo esse raciocínio para a sociedade como um todo, encontraremos as mesmas consequências de sempre: a submissão, a manipulação, o preconceito, os autoritarismos e totalitarismos, as disputas e as guerras.

Portanto, empoderamento feminino-masculino para as mulheres e masculino-feminino para os homens é a condição favorável à paz e ao equilíbrio em nossas inter-relações. Só assim, amigos leitores, o Amor e seus derivados serão a lógica de homens e mulheres reais.

Meu abraço a todos,

Eli de Freitas

 
 
A Síndrome do “Medo do Sucesso”
Parabéns: você acaba de chegar lá.

Claro, isso é algo que pode ter muitas leituras, dependendo da sua meta. Pode ser uma promoção a um cargo de chefia. Ou seu próprio negócio chegou ao patamar de segurança e crescimento contínuo que você sempre almejou. Seja como for, o que importa é que, depois de muito esforço, você, afinal, se vê como a pessoa bem sucedida que naturalmente deveria ser.

Os primeiros momentos são de satisfação e euforia. Você experimenta uma energia nova. Tem planos renovados. O orçamento cresceu: isso significa mais qualidade de vida, certo?! E, sim: sua família está olhando para você, enfim, com admiração.

No entanto, passados alguns meses – ou mesmo subitamente – algo começa a acontecer. Por alguma razão, você já não está mais tão confortável. Neste novo patamar, algo tem trazido mais irritação – e tensão. Talvez você comece a ter dificuldades de se “desligar” das obrigações quando chega em casa. Os imprevistos, agora, surgem com uma carga muito maior de realismo. E há toda aquela gente olhando para você, esperando a resposta... Que nem sempre está tão clara.

Logo, começam os comentários invejosos ou irônicos (ou será sua imaginação?) dos que queriam o seu lugar – ou que apostam que você não vai conseguir.

Chato.

Você está na berlinda.

Com o tempo, a situação começa, positivamente, a mexer com seu equilíbrio. Droga, será que as pessoas pensam que foi fácil chegar onde você está?! Há um preço, sim, pelo seu sucesso: que está sendo pago agora, em prestações nada suaves. O sono já não é reparador. Seu estômago anda tratando tudo como fogo líquido (também, você anda comendo qualquer coisa, a qualquer hora. E, na academia, a fechadura do seu armário já criou teias de aranha). Seu sistema nervoso já não é o mesmo: tem crises de insegurança, palpitações, suores noturnos, pesadelos. Começa a ter receio de coisas que nunca o incomodaram: elevadores. Turbulências aéreas! Caramba, será síndrome do pânico?!

E há outras coisas que não vão nada bem. Nas poucas folgas, você prefere ficar dormindo, ou hibernando, como um doente. Seu relacionamento está meio balançado: você se esforça para encontrar a pessoa que ama com uma postura mais otimista – mas, em meio a tantos “problemas mais importantes”, a vida pessoal começa a ser envenenada pelo tédio. E o sexo também vai em “meia-bomba”.  

Em busca de uma defesa, você começa a criar pequenas armadilhas para cair, confortavelmente, dentro delas: tem dificuldade de decidir. Desperdiça seu tempo, sintomaticamente – embora continue a se queixar da sobrecarga, agora, provocada por você mesmo, que acumula tarefas para a última hora. Seu índice de acertos pode ser reduzido (afinal de contas, sussurra seu inconsciente, “quando você não estava nesta droga de posição de comando, era bem mais feliz! Que tal conseguir uma demissão e ficar livre novamente?”). Seu relacionamento com os subordinados passa por um desgaste acelerado, provocado por... Adivinha quem? (Puxa vida, ninguém mais te reconhece, por aqui!) E, talvez, meia dúzia de bons erros estratégicos te ajudem a perder o próximo bom negócio...

Ok, não vamos contar a mais ninguém, por enquanto: mas você acaba de ser apresentado à algo que poderia se chamar de “Síndrome do medo do sucesso”. Trata-se de um mal mais paralisante do que muitos imaginam: o bastante para que muita gente boa passe a  vida se boicotando, só para não ter que lidar com ele. A boa notícia é que dá para reconhecer o que acontece, perceber-se em tempo, trabalhar-se: antes que a “síndrome” ponha tudo a perder.

Se você leu esse artigo até aqui, e se viu em algumas dessas situações, pode ser um bom momento de apertar o freio – e olhar para você. As razões do que acontece podem ser muitas: descobri-las, e descobrir-se, pode ser a chave para escapar dessa armadilha que você mesmo criou.

Lembre-se: todos podemos vencer nossos “fantasmas”, reais ou imaginários. Mas, em primeiro lugar, é preciso olhar para eles. Entendê-los. Acolhê-los.

Para descobrir, talvez, que aquilo que nos assombra não é assim tão ruim... E pode, ao contrário do que imaginamos, nos ajudar a atravessar a nossa sombra, para chegar a um novo destino: um “lugar dentro de nós” de onde podemos projetar um sucesso real e satisfatório.

Meu abraço a todos,

Eli de Freitas

 
 
 
            O medo que adoece
Hoje, vamos falar sobre o sentimento-raiz de todos os transtornos emocionais.

O medo, em princípio, meus queridos leitores e clientes, é um instinto de proteção natural cuja função é preservar a integridade do nosso ego ou do nosso Eu.

Graças a ele, não pulamos numa piscina sem saber nadar e necessitamos conhecer melhor uma pessoa para confiar nela, etc.

Porém, quando esse sentimento é intensificado pela imaginação fantasiosa, nos deixa deprimidos e desmotivados. Por exemplo, quando pensamos que não aguentaríamos se alguém que amamos saísse da nossa vida; ou que o chefe não gosta da gente e está planejando nos despedir; e assim por diante.

Esse tipo de imaginação fantasiosa nos provoca um medo paralisante. Se seguimos nessa onda, em algum tempo, perdemos a autoestima, não confiamos mais nos outros e passamos a temer até a nossa própria sombra.

A intensidade desse sentimento provocado pelo estímulo da nossa imaginação persecutória faz com que nosso cérebro produza substâncias químicas contrárias às que nos fariam sentir saudáveis sensações de tranquilidade, calma e confiança em nós mesmos.

Por falar em onda, sabemos hoje, pela física quântica, que nossos pensamentos e sentimentos são ondas de frequência eletromagnética que interagem com outras da mesma vibração, fortalecendo-se mutuamente. Ou seja, quando sinto um medo exagerado a química produzida pelo meu cérebro entra em sintonia e estimula os neurotransmissores dos cérebros de outras pessoas a produzirem o mesmo, por que tudo isso é energia em interação. O resultado é como dizer que o ladrão atrai a sua vítima, e vice versa.

Nem é preciso dizer, então, que emitindo esse sentimento somos muitos as entrar em estado de desconforto pessoal, e a passar por eventos traumáticos. Assim, as pessoas estão cada vez mais apresentando sintomas que vão dos medos do futuro, de sair de casa, de adoecer, etc., até a síndrome do pânico, atualmente tão comum na população mundial.

Eis aí as razões por trás de todos os desequilíbrios emocionais que culminam, muitas vezes, em depressões profundas.

É muito importante que sejamos profiláticos, em prol de nós mesmos e dos que nos cercam, buscando compreender mais sobre como funcionamos enquanto sistema humano e suas interações. Para tanto, é necessário que busquemos especialistas em terapias para o autoconhecimento, o aprendizado de quem somos nós e o que precisamos fazer para ter saúde emocional, mental e espiritual - o que, sem dúvida, repercutirá em nossa saúde física.

Estamos muito preocupados em buscar tratamentos que nos conservem a boa aparência, a pele bonita, que retardem o envelhecimento, esquecendo de nos cuidarmos como o todo que somos.

Ignoramos tudo sobre nosso funcionamento mental e emocional e, ainda assim, queremos gozar de boa saúde física. No entanto, todos já sabemos que uma coisa não existe sem a outra. Resistindo a essa realidade, acabamos como pessoas vazias que, de tanto valorizar, apenas, um único lado da moeda, se perdem no vício das dietas milagrosas, tratamentos estéticos extremos, cirurgias plásticas desnecessárias, etc.

Nada contra a busca por uma melhor aparência física. Refiro-me, apenas, ao risco da zona de conforto que nos leva a achar que tudo se resolve magicamente enquanto, na realidade, somos um sistema com várias partes. Cada parte desse todo precisa estar em equilíbrio, porque um se reflete diretamente no outro. E só se consegue esse equilíbrio valorizando a todas elas, dando-lhes a devida atenção e tratando-as por meio das especialidades existentes direcionadas a cada uma.

Médicos para cuidar do corpo físico, bem como a Acupuntura, a Homeopatia e tantos outros tratamentos alternativos naturais. Psiquiatras para transtornos mentais graves. Psicanalistas, Psicólogos, Terapeutas de várias especialidades estão aptos a auxiliar no autoconhecimento e saúde emocional.

Por ser tão importante cuidar do autoconhecimento para o equilíbrio do todo, expandi os meus atendimentos ao recurso da internet, via Skype, para que as pessoas que moram em pequenas cidades ou que têm dificuldade ou pouco tempo para deslocamentos possam ter acesso a cuidar melhor de si mesmas. Todos esses recursos e tecnologias estão à disposição de nossa saúde integral.

E é preciso terminar dizendo que, infelizmente, resistimos a saber quem somos e como podemos construir nosso bem-estar e felicidade. Desta forma, mais uma vez damos poder a esse sentimento perigoso, quando ultrapassa os níveis naturais de proteção.

Estejam atentos queridos, porque esse é o medo que nos adoece em todos os sentidos!

Cuidem-se bem.

Meu abraço a todos.

Eli de Freitas

 

 

 

Compreendendo o Stress de Cada Dia

Revendo os conceitos

Se a primeira imagem que vem à sua mente quando alguém fala a palavra “stress” é aquela do executivo apressado, com o celular no ouvido e um ar de quem está prestes a ter um ataque de nervos, atenção: está na hora de rever os seus conceitos!

 

Antes de tudo, convém esclarecer: se você se enquadra no estereótipo acima, a chance de estar estressado é bastante real, mas não obrigatória. Muitos fatores concorrerão para determinar o seu nível de stress: a motivação e gratificação que você sente com o que faz, por exemplo. Ser apenas “ocupado” não significa ser “estressado”. Para algumas pessoas, “ocupação” e “realização” são conceitos que se complementam. Da mesma forma, não é estressante o esforço que traz um prazer antecipado e compensador, tal como o trabalho extra para tirar “aquelas férias sensacionais!”

 

Porém, ao contrário do que se imagina, uma pessoa sem grandes problemas imediatos ou dívidas a pagar pode estar muito estressada, simplesmente por não conseguir controlar a angústia e o medo sobre o que acontecerá no “dia de amanhã” (sim; esta incógnita incontrolável chamada “futuro” pode ser um tremendo fator de stress!). Existem muitos tipos de stress e todos eles têm, em comum, a sensação de que perdemos o controle sobre alguma situação que, para nós, caracteriza um “limite” difícil de digerir: a mulher jovem e bonita pode estar tremendamente estressada por querer ser mais jovem e mais bonita, impondo-se um modelo impossível de atingir. A mãe de um lindo bebê pode não conseguir dominar os mecanismos de ansiedade que a assaltam quanto ao novo ser, aparentemente tão indefeso e dependente. Sem maiores sobrecargas, o aposentado pode descobrir que sua qualidade de vida não melhorou com a supressão dos horários e tarefas: chamo a isto de “stress do vazio”, o que sobrevem do tédio e da falta de sentido. E o estudante que, em tese, tem poucas responsabilidades, pode adoecer por stress, por isso mesmo: sem outras atribuições, ele se sente intensamente cobrado e cria, por conta própria, uma “pressão interna” caracterizada pela “tirania do boletim”, onde uma nota mais baixa significa a perspectiva de um massacre!

 

O Stress Necessário

 

Complicado? Nem tanto. Na verdade, é preciso deixar de caracterizar o stress como algo ruim, a ser evitado a todo custo. Hoje, já sabemos que um pouco de stress é normal e necessário: funciona como o “motor” que nos leva a sair do lugar para realizar novas metas e “encarar” mudanças.  Tudo muda: e adequar-se aos tempos de transformação significa a passagem inevitável por alguns momentos de stress e caos. Administrar esta oportunidade, transformando-a em combustível para um novo salto, e não numa “bomba programada” para “detonar” com o nosso equilíbrio, é o grande “X” da questão.

 

O Stress Negativo

 

Porém, existem alguns sinais que podem mostrar claramente se, de fato, está na hora de você dar uma boa olhada em sua vida, para fazer algumas mudanças fundamentais. A primeira dica é: pergunte ao seu corpo.

 

Como andam seu estômago e rins? E seus intestinos? Acredite: estes órgãos têm muito a lhe dizer sobre seu índice de stress. Sua coluna está torta; os músculos doem; você adoece com facilidade? É hora de visitar um bom médico - e, se a origem destes problemas não for puramente física (quase nunca é...), talvez seja bom procurar também um terapeuta, que lhe ajude a recordar que as pessoas, afinal, não são só um grupo de “corpos” andando por ai!

 

Se, por outro lado, os processos físicos vão indo até bem, mas o sono vai mal, outro sinal de alerta. Novamente, dormir pouco não é necessariamente sinal de stress. Porém, merece atenção o sono interrompido e insatisfatório; a famosa sensação de “acordar mais cansado do que dormiu”; os pesadelos repetidos e o pânico que acometem inúmeras pessoas antes do amanhecer. Assim como algumas das mais significativas emoções não são “palpáveis”, tais como o Amor, a Raiva e a Frustração, alguns sinais de stress profundo também podem se manifestar em reações não mensuráveis num exame de laboratório: coisas como o desânimo crônico, a redução da criatividade, a irritação permanente, a baixa da autoestima, as compulsões em geral e as dificuldades de aprendizado e concentração, por exemplo.

 

     E nunca é demais recordar que outro lugar onde nosso stress pode estar aparecendo, sem que percebamos, é nas atitudes inconscientes que tomamos para com os outros. Estressados, passamos a agir “no piloto automático”, sem avaliar bem até onde nossas “ações e omissões”, declaradas ou camufladas, podem estar imprimindo uma “marca” nem sempre positiva nos nossos relacionamentos com a família, os colegas de trabalho, e com aqueles com quem partilhamos o corpo e a vida, no exercício de nossa afetividade e sexualidade. Aliás, esta também é um parâmetro importante: independente de nossas opções e escolhas individuais, nossa sexualidade também precisa ser livre, plena, sem cobranças e conflitos, física e afetivamente satisfatória – enfim, “desestressada”! – para ocupar seu lugar certo em nossas totalidades!

 

Revendo você

 

Depois de realizar este “balanço”, é muito provável que você se dê conta de que o stress está ai – e que não está sendo nada bom para você. Neste caso, receitas prontas como “Relaxe!”, “Veja a vida de outra maneira!”, “Respire fundo!” podem se tornar até fonte de mais stress, se ninguém se dispuser a lhe dizer “Como fazer”. Nestas horas, nada substitui o bom senso, por uma razão cristalina: cada um é cada um. Não existe uma solução mágica, pronta e empacotada, para cada desafio enfrentado por alguém. E isso, pelo simples fato de que apenas este alguém deve ser dono de seu destino e pleno conhecedor de si, de suas aspirações - e também de seus limites. Quer o indivíduo saiba, quer não, ninguém mais assumirá em seu lugar o “leme de seu destino”: se ele não o fizer, conscientemente, correrá o risco de ver o “barco de sua história” singrando os mares, à deriva.

 

Então, arrisco dizer que, como quase tudo na vida, “fazer o stress nosso de cada dia trabalhar a nosso favor” depende de autoconhecimento, força de vontade e, se necessário, de ajuda profissional.

 

Ou: depende da coragem de afrouxar o nó daquela “gravata interior”, tirando uma hora para dar uma boa olhada em nós mesmos, em vez de desperdiçarmos muito mais tempo de forma negativa, em queixas, rancores e autopunições, ou gastando dinheiro em shoppings.

 

Ou: depende da vontade de nos vermos por inteiro e em profundidade, redescobrindo o prazer de existir sem tantos rótulos que nos impeçam de tomar a correta direção.

 

Porque, afinal, já dizia a canção: “cada ser em si/ carrega o dom de ser capaz/ de ser feliz...”  

 

Meu abraço a todos.

Eli de Freitas

 

 

     

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